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Com relação ao transplante de órgãos sólidos, como o pulmão, e imunossupressão, pode-se afirmar que:
os dois patógenos oportunistas fúngicos mais comuns em pacientes transplantados são Cryptococcus neoformans e Histoplasma capsulatum.
o risco de infecção fúngica aumenta após seis meses do transplante, a menos que um episódio de rejeição exija uma intensificação da imunossupressão.
traqueobronquite por Aspergillus nos pacientes submetidos a transplante pulmonar é mais provável de ocorrer na anastomose brônquica.
broncoscopia de vigilância não é recomendada nos casos de traqueobronquite.
os receptores de transplante renal têm a menor incidência de complicações infecciosas entre os transplantes de órgãos sólidos (ex.: pulmonar), não sendo necessário que recebam profilaxia de infecção fúngica com fluconazol.