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Apesar do bom prognóstico, as pacientes com carcinoma ductal in situ (CDIS) com frequência são encaminhadas ao radioncologista para avaliação da necessidade de tratamento adjuvante. Sobre a radioterapia adjuvante nessas pacientes, é possível afirmar que
além do benefício na redução de recorrência local, a radioterapia reduz pela metade a recorrência na forma de tumores invasivos.
mesmo com bom prognóstico, sabe-se que a indicação de tratamento adjuvante com radioterapia deve ser feita, uma vez que há impacto em sobrevida consistente, ficando em torno de 7% nos principais estudos.
o uso dos esquemas hipofracionados, como o esquema canadense em 16 frações, não deve ser realizado no CDIS.
pacientes com mais de 40 anos que optem por fazer hormonioterapia adjuvante podem ter o uso da radioterapia adjuvante omitido.
pelo bom prognóstico associado ao CDIS, pacientes com idade inferior a 40 anos não devem receber o tratamento como estratégia de redução de toxicidade a longo prazo.