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Paciente de 60 anos, sexo masculino, é avaliado em ambulatório por frequentes quedas, geralmente ao levantarse da cama, quadro este iniciado há pouco mais de 2 meses. Queixa-se ainda de parestesias em membros inferiores. Quando questionado, relata urina espumosa. Nega quaisquer comorbidades. Exame físico evidencia pressão arterial de 120x80mmHg (deitado), 90x65mmHg (em pé), exames cardiopulmonar e abdominal normais. Apresenta hiporreflexia tendinosa profunda em membros inferiores, com hipoestesia tátil distal; não se observam outras alterações. Hemograma, sorologias e eletrólitos estão normais, assim como função hepática e renal. Não apresenta alterações de glicemia e função tireoidiana. Eletroneuromiografia revela polineuropatia sensitiva e motora de padrão axonal em membros inferiores. Ecocardiograma evidencia disfunção diastólica grau 2 com função sistólica preservada. Eletrocardiograma está normal, exceto por baixa amplitude de ondas. Análise urinária mostra 1,8g de proteínas em coleta de 24h. Eletroforese de proteínas sérias é normal. Imunofixação de proteínas séricas mostra pico monoclonal de cadeia lambda, sem associação com pico de cadeia pesada. Considerando o diagnóstico mais provável, qual o próximo e mais adequado passo a ser tomado na abordagem diagnóstica?
Biópsia de coxim adiposo.
Biópsia de medula óssea.
Biópsia de miocárdio.
Biópsia renal.