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De acordo com o consenso do American College of Gastroenterology (protocolo de Seattle) assinale a alternativa correta no manejo do esôfago de Barrett.
No adenocarcinoma esofágico precoce (T1a) é indicada radioterapia neoadjuvante seguida de re-estadiamento ecoendoscópico.
Nos casos de biópsias indefinidas para displasia deve-se indicar ablação endoscópica por radiofrequência ou ressecção em bloco.
No esôfago de Barrett sem displasia é indicado controle endoscópico a cada 6 meses com coleta de biopsias seriadas.
Recomenda-se terapêutica endoscópica no esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
O uso de inibidor da bomba de prótons deve ser descontinuado nos casos de biópsias consideradas como indefinidas para displasia.