

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Mulher de 53 anos, ex-tabagista, queixa-se de tosse, cefaleia e perda de 14 Kg nos últimos 3 meses. TC de tórax e abdome: massa pulmonar espiculada, em lobo inferior esquerdo, linfonodomegalias mediastinais hilares bilaterais e linfonodomegalias supraclaviculares esquerdas, lesões líticas em corpo vertebral de T8 e de crista ilíaca esquerda, e um nódulo hepático sólido de 2cm. Broncoscopia flexível: lesão vegetante em brônquio principal esquerdo, chegando até a carina principal. Foram realizadas biópsias. Escala de Karnofsky de 80%. Espirometria: VEF1 de 81% e DLCO de 74%. Biópsia endobrônquica e estudo imunohistoquímico: adenocarcinoma acinar. Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para este caso no momento.
Devido à idade da paciente e à função pulmonar suficiente, devem ser solicitados exames pré-operatórios para avaliação cardiológica, visando ressecção pulmonar (pneumonectomia esquerda), precedida por estadiamento mediastinal com mediastinoscopia
Deve ser solicitado perfil molecular do tumor e, após, realizada imunoterapia neoadjuvante e, após redução do volume tumoral, mesmo que persistam as metástases, deve ser feita cirurgia citorredutora
A presença de lesões sugestivas de metástase extratorácica dispensa a análise molecular do tumor e deve ser iniciada de imediato quimioterapia à base de platina
Deve ser solicitado PET-CT, para avaliação das lesões suspeitas para metástase em ossos e fígado, e pesquisa de perfil molecular do tumor, seguida de tratamento oncológico não cirúrgico combinando imunoterapia, quimioterapia e radioterapia, a depender o perfil molecular
A paciente é candidata à radioterapia para controle local e alívio da tosse. O alto volume de acometimento mediastinal na tomografia sugere que há metástases ocultas em outros sítios ósseos e, por isso, não há benefício em quimioterapia ou imunoterapia