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Um paciente de 45 anos de idade, apresentando lesão endurecida e ulcerada na cavidade oral, procurou atendimento odontológico e, após ser examinado, foi encaminhado ao atendimento médico para avaliação e conduta. Durante o atendimento médico, quando foi solicitada informação sobre antecedentes pessoais e hábitos de vida, relatou estar em uso de antirretrovirais por ser vírus da imunodeficiência humana soropositivo e negou ser tabagista.
Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que não deve ser adotada no caso desse paciente.
A lesão endurecida e ulcerada levanta a hipótese de tratar‑se de um tumor epithelial e deve ser biopsiada e submetida a um exame anatomopatológico.
A pesquisa da expressão da proteína p‑21, no material da biópsia, deve ser realizada para diagnóstico de infecção pelo vírus do papilloma humano.
Deve‑se solicitar tomografia computadorizada de face e pescoço, para estadiamento clínico, quando for confirmado o diagnóstico histopatológico de câncer.
O paciente não é tabagista, assim a hipótese de carcinoma está afastada e a lesão deve ser monitorada a cada seis meses, com exame clínico.
Se for levantada a hipótese de doença de alto risco para metastática, a distância deve ser realizado um PET‑CT.