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Em relação ao tratamento de carcinomas de células escamosas de orofaringe associados ao vírus do papiloma humano (HPV), é correto afirmar que:
Têm prognóstico similar em relação aos carcinomas espinocelulares de orofaringe não associados ao HPV.
Doenças em estágios iniciais (T1-T2, N0) devem ser preferencialmente tratadas com quimiorradioterapia.
Têm sua incidência em declínio entre pacientes jovens.
Não há diferença terapêutica em relação aos carcinomas de orofaringe não associados ao HPV.
Doenças localmente avançadas devem ser tratados em terapia trimodal (cirurgia e quimiorradioterapia adjuvantes).