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Muito se tem estudado sobre a sequência adenoma-carcinoma, que agora é reconhecida como o processo pelo qual a maioria dos carcinomas colorretais se desenvolve.
A respeito desse tema, é correto dizer que
se constata que os adenomas maiores abrigam o câncer com mais frequência do que os menores e, no entanto, não se pode afirmar que o pólipo maior aumente o risco de câncer.
as características celulares do pólipo são importantes, com os adenomas vilosos acarretando um risco maior do que os adenomas tubulares para o desenvolvimento de neoplasia, sendo indiferente o tamanho de cada pólipo.
não há tecido adenomatoso benigno residual na maioria dos cânceres colorretais invasivos, o que representa uma contradição na progressão adenoma-carcinoma, sendo fundamentais mais pesquisas para que essa teoria se confirme.
as populações sob alto risco de câncer colorretal nem sempre apresentam uma elevada prevalência de pólipos colorretais.
o pico de incidência para a descoberta dos pólipos colorretais benignos é de 50 anos, e o do desenvolvimento do câncer colorretal é de 60 anos de idade. Isto sugere um intervalo de tempo de dez anos para a progressão de um pólipo adenomatoso para um câncer.