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O debate sobre a importância da realização do teste de triagem biológica neonatal (teste do pezinho), seus avanços e desafios deve ser foco das políticas de atenção à saúde da criança.
Quanto à realização e interpretação do teste do pezinho, é CORRETO afirmar que
se houver recusa por parte dos familiares para a coleta, mesmo após ampla explicação do profissional de saúde, o profissional deve colher o teste, mesmo sem a autorização, considerando os riscos da não realização do exame.
é uma condição de exceção toda coleta realizada após o 28º dia de vida, sendo consideradas excepcionalidades os prematuros, dificuldades de acesso de populações indígenas e de floresta, questões culturais e casos de negligência.
está indicada a coleta de 4 amostras sendo a 1ª amostra: na admissão na UTI Neo, 2ª amostra: 48–72 horas, 3ª amostra: até o 28º dia e 4ª amostra: 4 meses de vida em prematuros com peso ao nascer < 1500gramas.
recém-nascidos que receberam nutrição parenteral total, devido à elevação de vários aminoácidos no sangue, só devem colher o teste do pezinho 2 semanas após a suspensão.
em recém-nascidos prematuros com > 32 semanas de idade gestacional devem ser colhidas 3 amostras, sendo a 1ª amostra: na admissão na UTI Neo, 2ª amostra: 48 – 72 horas e 3ª amostra: com 40 semanas de idade gestacional corrigida.