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O tratamento da malária visa atingir o parasito em pontos-chaves de seu ciclo evolutivo: interrupção da esquizogonia sanguínea, responsável pela patogenia e manifestações clínicas da infecção; destruição de formas latentes do parasito no ciclo tecidual (hipnozoítos), evitando, assim, as recaídas; e, interrupção da transmissão do parasito, pelo uso de drogas que impedem o desenvolvimento de formas sexuadas dos parasitos (gametócitos). De acordo com as recomendações do Guia de Tratamento da Malária no Brasil, do Ministério da Saúde, a respeito do tratamento da malária causada pelo Plasmodium falciparum, assinale a afirmativa INCORRETA.
A mefloquina, na dose fracionada em três dias, está associada a menor risco de eventos neuropsiquiátricos.
Como regra, ainda que o gametócito não seja visto ao exame da gota espessa, a primaquina deve ser administrada.
A combinação artesunato/mefloquina possui a vantagem de ter apenas uma administração diária, maior meia-vida da mefloquina, o que permite profilaxia pós-tratamento, sem aparente risco de indução de resistência.
O uso de quinina em gestantes no primeiro trimestre e crianças abaixo de seis meses de idade; trata-se da melhor opção nesses grupos, com comprovada diminuição da morbimortalidade, quando comparados ao grupo tratado com artemisinina.