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Mulher, 40 anos, tabagista e hipertensa, está em acompanhamento ambulatorial com equipe de cabeça e pescoço em decorrência de tumoração cervical com crescimento lento, progressivo, indolor e de consistência endurecida. Realizou punção aspirativa por agulha fina com resultado sugestivo de adenoma pleomórfico. A mesma paciente retorna ao ambulatório após duas semanas da exérese cirúrgica completa da lesão. A evolução aparenta ser satisfatória, não se observa sequelas sensitivas ou motoras e a ferida operatória está em bom aspecto. O resultado histopatológico indicou presença de características mioepiteliais, estroma de tecido condroide e estruturas ductiformes. Pseudópodos positivo. Apresentava, também, cápsula fibrótica íntegra. A melhor conduta nesse momento é:
Tranquilizar a paciente e reforçar que o diagnóstico inicial de adenoma pleomórfico se manteve e que a cirurgia, a princípio, foi resolutiva.
Alertar a paciente sobre o resultado falso negativo para malignidade na PAAF e preparar tratamento cirúrgico com linfadenectomia após correto estadiamento.
Alertar a paciente sobre o resultado falso negativo para malignidade na PAAF e programar tratamento oncológico com quimioterapia ou radioterapia após correto estadiamento.
Tranquilizar a paciente e reforçar que o diagnostico inicial de adenoma pleomórfico se manteve, mas que a cirurgia foi um tratamento momentâneo, visto que, a recidiva nesses casos é o mais comum.