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Exames laboratoriais são fundamentais para o diagnóstico acurado e o monitoramento custo-efetivo das disfunções tireoidianas. Quando há alta suspeita clínica, as dosagens hormonais apenas confirmam o diagnóstico. No entanto, nem pacientes cuja sintomatologia é sutil e inespecífica, apenas os testes bioquímicos podem detectar o transtorno. Considerando as orientações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) sobre o emprego dos testes de função tireoidiana na prática clínica, assinale a afirmativa correta.
(Considere: TRAb: anticorpos anti-receptor de TSH – hormônio tireoestimulante.)
A dosagem de TSH está recomendada a cada dez anos em indivíduos com idade igual ou superior a 25 anos.
Os níveis séricos de T3 reverso estão altos nos pacientes com hipotireoidismo e baixos em pacientes com hipertireoidismo.
A dosagem do TRAb apresenta boa sensibilidade para o diagnóstico da doença de Graves, sendo fundamental para o seu diagnóstico na grande maioria dos casos.
O T3 tem baixa acurácia para o diagnóstico de hipotireoidismo, pois a conversão aumentada de T4 para T3 mantém concentração sérica de T3 nos limites normais até o hipotireoidismo se tornar grave.