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Na prática clínica, é importante diferenciar a Pericardite Constritiva da Cardiomiopatia Restritiva, a partir de achados hemodinâmicos e ecocardiográficos, como:
a espessura pericárdica normal na constrição e aumentada na restrição
o knock pericárdico presente na restrição e ausente na constrição
o deslocamento septal presente na restrição e ausente na constrição
as pressões e o enchimento > 25 mmHg comuns na constrição e raros na restrição
a variação respiratória das pressões esquerda-direita exagerada na constrição e normal na restrição