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As infecções relacionadas ao pé diabético requerem manejo específico, levando-se em conta os micro-organismos comumente associados a esta complicação. Quanto a este manejo, é CORRETO afirmar que:
Pseudomonas aeruginosa parece ter papel importante em pacientes moradores de locais quentes ou com exposição frequente à água, o que torna a ceftriaxona boa opção nestes casos.
As infecções frequentemente são polimicrobianas, recomendando-se a cobertura de gram-negativos para os pacientes expostos a antibióticos recentemente.
Infecções de pele e partes moles leves podem ser tratadas com antibioticoterapia oral, desde que garantida cobertura para Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) em todos os casos.
Desbridamentos cirúrgicos de feridas infectadas devem ser evitados por sua eficácia incerta.