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Segundo Maria Elisabeth Antunes Lima, em artigo intitulado “Dependência química e trabalho: uso funcional e disfuncional de drogas os contextos laborais”, “classifica o consumo de drogas em dois modos, funcional e disfuncional, sendo que, no primeiro, esta é usada como uma "ferramenta" de trabalho, sem acarretar prejuízos para sua realização e, no segundo, ocorre uma mudança no padrão de consumo, afetando gravemente o desempenho profissional. Na passagem entre o uso funcional e o uso disfuncional, a droga deixa de ser um meio para se tornar um fim em si mesmo e, embora isso não ocorra com a maioria dos usuários, a conclusão é a de que, mesmo no uso funcional, a relação do sujeito com sua atividade é basicamente adaptativa, não podendo, portanto, ser considerada como saudável”. A distribuição do alcoolismo tem se distribuído diferentemente entre as diferentes categorias ocupacionais. Maior frequência de alcoolismo tem sido observada nas seguintes categorias ocupacionais, exceto:
coveiros
trabalhadores do setor têxtil
trabalhadores da construção civil
vigilantes
trabalhadores de plataformas marítimas