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Um competente técnico de enfermagem trabalha em serviço especializado de traumatologia em escalas diurnas de 12 h x 36 h. Foi convidado a atuar em outro nosocômio, na mesma especialidade, também com escalas de 12 h x 36 h, no horário noturno. Após dois meses de jornadas de trabalho acumulado, começou a perceber-se com certa labilidade emocional, redução de seu desempenho físico e mental e irritabilidade, inclusive no trato com seus colegas e seus pacientes. Estava com dificuldade de conciliar o sono nos seus períodos de descanso, notou ganho de peso no período, ansiedade deglutória por petiscos diversos, eructação frequente, flatulência e ardor epigástrico que cessava com ingesta alimentar. Assustava-se com facilidade, até que sofreu seu primeiro acidente do trabalho quando manipulava ferramenta cirúrgica perfurocortante. No atendimento de emergência, dialogou com o médico do atendimento sobre os sinais e sintomas que vinha apresentando.
A atitude do médico deve ser orientá-lo, com base nesses sinais e sintomas, sobre a necessidade de
realizar exames laboratoriais e radiológicos complementares.
buscar imediata assistência de um psicoterapeuta.
procurar orientação de um gastroenterologista.
evitar a alteração sistemática do seu ritmo circadiano.
cuidar da ferida com curativo diário, antibiótico, preenchimento da CAT e licença médica de 5 dias.