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A figura a seguir representa um corte apical quatro câmaras ao ecocardiograma transtorácico mostrando o cálculo do strain global longitudinal (GLS), que descreve a mudança relativa do comprimento do miocárdio do ventrículo esquerdo entre a diástole final e sístole final por meio da fórmula GLS% = (MLs – MLd)/MLd.
Dados: ML: comprimento miocárdico, MLd: comprimento miocárdico diastólico, MLs: comprimento miocárdico sistólico.

Com relação a aspectos relacionados à técnica da captura da imagem cardíaca ao ecocardiograma, é incorreto afirmar:
Para se conseguir uma imagem ecocardiográfica e mensurar adequadamente o strain global longitudinal é necessário realizar três cortes apicais padrão e capturar a imagem em forma de vídeo.
As medidas para se conseguir avaliar o strain global longitudinal devem começar com o corte apical eixo longo para visualizar o fechamento da valva aórtica, usando os clicks de abertura e fechamento na imagem ao Modo M.
Quando o tracejado regional é subótimo em mais de dois segmentos miocárdicos, o cálculo do strain global longitudinal deve ser evitado.
O eletrocardiograma aliado à inspiração profunda é essencial na captura de imagens ótimas para o cálculo do strain global longitudinal.