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A imagem sonográfica a seguir corresponde a um bloqueio do plano do eretor da espinha, do inglês the erector spinae plane block ou, simplesmente, ESPBlock, classicamente descrito ao nível de T5, que faz parte do arsenal terapêutico do anestesiologista.

Legenda: TP – Processo Transverso; PVS – Espaço Paravertebral.
Fonte: Cangiani (2021).
Considerando a figura, o local correto de administração do anestésico, nessa abordagem, e os músculos que compõem a musculatura eretora da espinha, ao nível do tórax, respectivamente, são:
I – iliocostal / espinhal e longuíssimo torácico
II – romboide menor / trapézio e latíssimo do dorso
III – espinhal / romboide maior e latíssimo do dorso
IV – romboide menor / longuíssimo torácico e latíssimo do dorso