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Estima-se que o esôfago de Barrett seja encontrado em cerca de 5 a 15% dos pacientes submetidos à endoscopia por sintomas de DRGE. Acerca dessa patologia, assinale a alternativa INCORRETA.
É uma metaplasia no revestimento do esôfago tubular distal, no qual o epitélio escamoso normal é substituído por um epitélio colunar.
Os fatores de risco incluem episódios de refluxo frequentes e prolongados, tabagismo, sexo masculino, idade avançada e obesidade de padrão masculino central.
Pacientes com diagnóstico de esôfago de Barrett precisam de endoscopia de vigilância em intervalos regulares.
Para pacientes com displasia de alto grau confirmada, terapia de ablação endoscópica com ablação por radiofrequência, ressecção endoscópica da mucosa ou uma combinação destas é atualmente recomendada em vez de cirurgia ou vigilância contínua.
O diagnóstico de esôfago de Barrett pode ser realizado com imagens endoscópicas quando a junção escamocolunar for deslocada 1 cm ou mais proximal à junção gastroesofágica, não havendo, nesse caso, necessidade de realizar biópsia.