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A anafilaxia é uma reação alérgica grave que requer intervenção imediata. Sobre a administração de epinefrina subcutânea como tratamento inicial em casos de anafilaxia, é correto afirmar que:
A epinefrina deve ser administrada por via subcutânea, pois essa via promove uma ação mais prolongada, evitando recidivas precoces da reação anafilática.
A administração de epinefrina subcutânea reduz a vasodilatação e a permeabilidade vascular, prevenindo o edema laríngeo e o choque circulatório.
A via subcutânea é preferida em anafilaxia leve, enquanto a via intramuscular é indicada apenas em casos de anafilaxia grave com parada cardiorrespiratória iminente.
A epinefrina subcutânea é mais eficaz em pacientes pediátricos, pois a absorção lenta é melhor tolerada, prevenindo os efeitos colaterais cardiovasculares.
A via subcutânea é contraindicada em casos de anafilaxia, sendo a via intramuscular no músculo vasto lateral a recomendada devido à rápida absorção e efeito imediato.