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Uma paciente de 55 anos apresenta um fluxo espontâneo, hemático, uniductal e unilateral na mama esquerda, com um ponto do gatilho às 3 horas no exame clínico. A mamografia e a ultrassonografia realizadas não revelaram anomalias significativas. Dado o quadro clínico, qual das seguintes opções reflete, de maneira mais adequada, a abordagem diagnóstica e terapêutica que deve ser considerada?
A idade da paciente pode influenciar o risco de malignidade, mas não deve ser o único fator determinante na abordagem diagnóstica; a análise do fluxo hemático é fundamental.
A decisão de realizar cirurgia não é diretamente indicada apenas com base nas características do fluxo sem um diagnóstico definitivo; outros métodos diagnósticos são essenciais para uma decisão apropriada.
A ductografia, mesmo com mamografia e ultrassonografia normais, pode ser uma ferramenta valiosa na identificação de lesões ductais, especialmente quando o fluxo hemático persiste.
A ressonância magnética das mamas, embora útil em alguns casos, pode não ser a ferramenta inicial ideal se mamografia e ultrassonografia não detectaram alterações significativas.
A citologia do fluxo hemático, apesar de ter sensibilidade limitada para detectar malignidade, é um passo inicial importante, e a escolha de métodos complementares não é crucial para confirmar o diagnóstico.