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Uma paciente de 50 anos com diagnóstico de carcinoma ductal invasivo triplo-negativo, em estádio IIB, foi tratada com quimioterapia neoadjuvante. Considerando as diretrizes da Sociedade Brasileira de Mastologia, qual a estratégia de manejo mais apropriada após a quimioterapia neoadjuvante para otimizar os resultados clínicos e o tratamento dessa paciente?
Optar por uma mastectomia radical seguida de quimioterapia adjuvante, para abordar de forma mais agressiva a doença residual e evitar recidivas.
Aplicar radioterapia isolada sem cirurgia, com base na resposta à quimioterapia, para reduzir a necessidade de intervenção cirúrgica invasiva.
Iniciar terapia-alvo com trastuzumabe, embora esse não seja indicado para carcinoma triplo-negativo, a menos que a paciente tenha uma alteração específica que justifique esse tratamento.
Adotar vigilância ativa sem tratamento adicional, o que não é recomendado dado o estádio da doença e a necessidade de intervenção pós-neoadjuvância.
Realizar cirurgia conservadora, seguida de radioterapia, para garantir a remoção eficaz do tumor residual e tratar a área afetada.