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Uma paciente de 42 anos, com histórico familiar significativo de câncer de mama, mas sem evidências de mutações BRCA detectáveis, está interessada em entender a melhor abordagem de rastreamento conforme as diretrizes atuais da Sociedade Brasileira de Mastologia. Considerando as recomendações para o rastreamento de câncer de mama em indivíduos com risco aumentado, qual das seguintes estratégias é mais apropriada para essa paciente?
Ultrassonografia mamária anual a partir dos 40 anos, como método primário para rastreamento em ausência de evidências de mutações genéticas.
Mamografia anual a partir dos 40 anos, alinhada com as diretrizes para monitoramento regular em pacientes com risco aumentado.
Ressonância magnética anual independentemente da idade, sugerida para pacientes com histórico familiar, mas sem evidências específicas de mutações.
Vigilância ativa sem exames de rastreamento regulares, baseada em uma abordagem mais conservadora para pacientes sem mutações genéticas identificadas.
Biópsia profilática dos nódulos mamários, considerando a ausência de lesões suspeitas e a falta de mutações genéticas conhecidas.