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A incidência de mulheres com câncer de mama unilateral que optam por se submeter à mastectomia profilática contralateral está aumentando. Sobre esse assunto, assinale a alternativa INCORRETA.
Os dados disponíveis em literatura e nas últimas revisões sobre o assunto apenas apoiam a realização de mastectomia profilática contralateral em pacientes com mutações do gene BRCA1/2.
São fatores que contribuem para o aumento da incidência de mastectomia profilática contralateral: idade da paciente, estágio da doença, biópsias mamárias anteriores, predisposição genética ou histórico familiar de CA de mama, medo de recorrência, preocupação com a simetria estética e recomendação médica.
A mutação CHEK2 está associada a um risco aumentado de câncer de mama bilateral em mais de 10 vezes. Por isso, considera-se mastectomia profilática contralateral para todas as pacientes portadoras dessa mutação.
As variantes mais comuns da mutação ATM podem exercer um efeito protetor e reduzir o risco de câncer de mama contralateral em comparação com as variantes mais raras.
O risco de câncer de mama contralateral em pacientes jovens é ainda mais elevado em subtipos com superexpressão de HER2 e triplo negativo.