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Na avaliação das necessidades energéticas no paciente cirúrgico, vários fatores influenciam o metabolismo pós-operatório. De acordo com o Sabiston: Textbook of Surgery (21.ª edição), assinale a alternativa correta.
A fórmula de Harris-Benedict estima com precisão a taxa metabólica basal (TMB) em todos os pacientes pós-operatórios, independentemente de infecção ou trauma.
A calorimetria indireta é o padrão-ouro para medir o gasto energético, avaliando diretamente o consumo de oxigênio (VO₂) e a produção de dióxido de carbono (VCO₂), sendo precisa mesmo em pacientes ventilados mecanicamente.
Os pacientes que passam por grandes cirurgias sempre têm aumento de 50% nas necessidades energéticas, independentemente da presença de sepse ou falência de múltiplos órgãos.
O índice de massa corporal (IMC) é suficiente para prever o aumento das necessidades energéticas, com pacientes obesos exigindo menos calorias devido a uma resposta metabólica atenuada.


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