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Sobre o rastreamento do câncer de mama, é inadequado afirmar que:
A prática ocasional da observação e da autopalpação das mamas, no contexto do conhecimento do próprio corpo, pode ser realizada de forma sistemática e com periodicidade fixa, mas não deve ser confundida com a aplicação do método como rastreamento padronizado
De acordo com Recomendações do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, da Sociedade Brasileira de Mastologia e da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o rastreio do câncer de mama em mulheres acima de 70 anos deve ocorrer de forma individualizada, para mulheres com expectativa maior que sete anos que possam ser submetidas a tratamento do câncer, considerando suas comorbidades.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS) e o INCA, publicado em 2015, na faixa etária entre 40 e 69 anos, recomenda-se a mamografia a cada dois anos, bianual. Após os 70 anos, não há recomendação para o rastreamento mamográfico.
O exame clínico das mamas, realizado pelo profissional de saúde, demonstrou reduzir a mortalidade por câncer de mama, entre 50 e 60 anos, em virtude da lipossubstituição adiposa, que aumenta a sensibilidade na palpação.