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Em relação à avaliação isocinética do complexo do ombro em um atleta profissional de voleibol com queixa de fadiga e diminuição do desempenho em ataque, sem histórico de lesão prévia, analise a correlação entre parâmetros dinamométricos e interpretação funcional:
O déficit de torque máximo dos rotadores externos superior a 15% em velocidade angular de 180º/s indica necessariamente lesão do manguito rotador, independentemente da dominância.
A razão convencional entre rotadores externos e internos deve manter-se estritamente em 0.66 em todas as velocidades angulares testadas para garantir estabilidade glenoumeral.
O índice de fadiga dos rotadores internos apresenta correlação linear com o risco de lesão, independentemente do volume de treino e adaptações específicas da modalidade.
O trabalho total da musculatura rotadora externa em velocidades angulares elevadas correlaciona-se com a resistência à fadiga e performance do gesto esportivo específico.
A potência média dos rotadores externos deve necessariamente equiparar-se entre os membros para prevenir lesões por sobrecarga, desconsiderando adaptações esportivas específicas.