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Um homem de 75 anos, com histórico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida é admitido no pronto-socorro com dispneia progressiva, ortopneia e edema de membros inferiores. Seus sinais vitais são PA de 95/60 mmHg, FC de 120 bpm e SpO2 de 88% em ar ambiente. Apresenta sinais clínicos de hipoperfusão, como extremidades frias e confusão mental leve. No ultrassom point-of-care (POCUS) pulmonar, observa-se padrão B difuso bilateral. O ecocardiograma recente mostrou fração de ejeção de 25%. Qual é a melhor sequência de manejo inicial para esse paciente?
Iniciar infusão de vasodilatadores intravenosos (como nitroglicerina), administrar diurético de alça em dose baixa e monitorar resposta clínica.
Fornecer oxigênio suplementar, iniciar infusão de inotrópicos e considerar suporte ventilatório não invasivo se necessário.
Administrar bolus de cristaloides para otimizar a perfusão, seguido de vasopressores para manter a pressão arterial.
Fornecer oxigênio suplementar, administrar diurético de alça em dose alta e iniciar ventilação invasiva precoce para controlar a hipoxemia.