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Sobre as recomendações do Ministério da Saúde quanto ao rastreamento das infecções sexualmente transmissíveis na população LGBTQIA+, é correto afirmar:
O rastreamento deve ser anual para HIV.
O rastreamento deve ser a cada dois anos para hepatites B e C.
O rastreamento de hepatites B e C deve ser feito com sorologia convencional.
O rastreamento de HIV e sífilis não deve ser feito com teste rápido.
O rastreamento deve ser semestral para sífilis.