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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de números 41 e 42.
Paciente de 62 anos, sexo masculino, com histórico de hipertensão arterial e dislipidemia, é admitido na sala de emergência com dor torácica em aperto de moderada intensidade, irradiando para o braço esquerdo, com início há cerca de 3 horas. O paciente refere episódio semelhante há dois dias, mas com alívio espontâneo. Atualmente, a dor persiste e não melhora com repouso. Ao exame físico, o paciente apresenta-se ansioso, com pressão arterial de 160 x 95 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm e saturação de O2 de 96% em ar ambiente.
O eletrocardiograma mostra supradesnivelamento do segmento ST de 0,5 mm em DII, DIII e aVF, com inversão de onda T em V2-V4. O exame de troponina de alta sensibilidade está ligeiramente elevado.
Qual é a melhor estratégia de estratificação de risco para esse paciente na sala de emergência?
Aplicar o escore GRACE para estratificação de risco de morte e eventos cardiovasculares.
Aplicar o escore TIMI e encaminhar para cineangiocoronariografia imediata.
Encaminhar o paciente diretamente para a sala de hemodinâmica, sem necessidade de estratificação adicional.
Realizar teste ergométrico para estratificação funcional.
Aguardar novos marcadores de necrose miocárdica antes de qualquer decisão.