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Um homem de 28 anos é admitido no pronto-socorro após colisão automobilística. Ele estava sem cinto de segurança e sofreu impacto direto na cabeça. Na chegada, apresenta Glasgow Coma Scale (GCS) de 12. Seus sinais vitais são pressão arterial de 150/90 mmHg, frequência cardíaca de 75 bpm, saturação O2 de 96% e frequência respiratória de 12 irpm irregulares. No exame, observa-se anisocoria com midríase à direita e reflexo pupilar lento. Não há outras lesões aparentes.
Após as medidas iniciais na sala de emergência, qual é a conduta mais apropriada nesse cenário?
Realizar tomografia computadorizada (TC) de crânio sem contraste para avaliação de lesões intracranianas.
Administrar manitol 1 g/kg intravenoso como terapia inicial.
Hiperventilar o paciente agressivamente para reduzir a pressão intracraniana por meio de via aérea definitiva cirúrgica.
Encaminhar o paciente diretamente para craniotomia descompressiva emergente.
Monitorar clinicamente enquanto realiza reposição volêmica cautelosa para evitar hipotensão.