

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.


Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Um trabalhador da construção civil de 45 anos é levado ao pronto-socorro após queda de 3 metros, sendo atingido por um vergalhão que causou ferimento transfixante na região axilar direita, logo abaixo da clavícula, sendo que o objeto já foi removido no local. Ao dar entrada, o paciente está agitado, com sudorese fria, murmúrio vesicular abolido à direita, enfisema subcutâneo palpável no pescoço e tórax e turgência jugular. Diante deste quadro, qual é a conduta prioritária imediata?
Obter dois acessos venosos calibrosos e iniciar reposição volêmica agressiva.
Realizar radiografia de tórax (AP) no leito para confirmar o diagnóstico.
Realizar a drenagem torácica (toracostomia) no 5º espaço intercostal.
Solicitar avaliação urgente da cirurgia vascular pela lesão axilar.
Realizar intubação orotraqueal e ventilação com pressão positiva.
Em um cenário de trauma e/ou intervenção cirúrgica no tórax, o entendimento integrado da anatomia da parede torácica, das pleuras, das vias aéreas e do mediastino é essencial para prever complicações e interpretar achados clínicos e operatórios. Com base em conceitos anatômicos, assinale a alternativa correta.
A pleura visceral reveste o mediastino, o diafragma, o pericárdio e a parede torácica.
A dissecção circunferencial da traqueia acima de 1–2 cm durante a reconstrução pode causar insuficiência vascular, levando à necrose ou deiscência anastomótica.
Os 11 espaços intercostais são numerados pela costela inferior e o feixe intercostal percorre a borda superior de cada costela.
O pulmão esquerdo possui 3 lobos separados por duas fissuras, incluindo uma fissura horizontal.
O ducto torácico cruza para a esquerda ao nível de T10 e drena na junção da veia subclávia direita com a jugular interna direita.
Paciente vítima de colisão auto-auto é admitido instável, evolui para choque, recebe reposição volêmica inicial, controle de via aérea e medidas de suporte hemodinâmico, sendo encaminhado para sala cirúrgica para controle de lesões. No pós-operatório imediato evolui com necessidade de vasopressores, hiperlactatemia persistente e acidose metabólica, mantendo estado crítico vulnerável a infecção e complicações, incluindo falência de múltiplos órgãos. Considerando princípios técnicos contemporâneos de tomada de decisão frente ao politrauma, choque e risco de complicações cirúrgicas e infecciosas precoces, assinale a alternativa correta.
Dano metabólico secundário ao choque traumático é prioritariamente dependente do volume absoluto de reposição infundido nas primeiras horas, independente do tipo de fluido e da pressão de perfusão sistêmica.
A estratégia de controle de danos cirúrgicos (damage control surgery) tem indicação clássica no trauma grave com choque não responsivo, acidose significativa ou coagulopatia estabelecida.
Em choque hemorrágico, a meta de ressuscitação precoce deve priorizar normalização laboratorial completa de lactato e BE dentro das primeiras 2 horas, mesmo que isso exija expansão volêmica agressiva com cristalóide acima de 40 mL/kg.
A profilaxia antibiótica de amplo espectro de maneira rotineira em todo paciente politraumatizado grave, mesmo sem foco infeccioso definido, reduz mortalidade e é considerada padrão.
Paciente de 45 anos, vítima de trauma complexo em membro inferior esquerdo com exposição óssea da tíbia distal e perda extensa de partes moles na região anterolateral da perna, foi submetido a desbridamento cirúrgico e estabilização ortopédica com fixador externo. O cirurgião plástico programou cobertura definitiva da área cruenta mediante retalho pediculado fasciocutâneo que utiliza perfurantes da artéria tibial posterior, possui arco de rotação de 180 graus e permite alcançar terço distal da perna e região maleolar sem necessidade de microcirurgia. O retalho indicado para essa reconstrução é:
Sural reverso
Grande dorsal pediculado
Safeno interno
Gastrocnêmio medial
Solear
Paciente do sexo masculino, 25 anos, vítima de acidente doméstico envolvendo querosene, apresenta-se ao pronto-socorro com queimaduras de segundo grau em decorrência da ignição acidental da substância durante o manuseio em ambiente fechado. Chega consciente, orientado e hemodinamicamente estável, queixando-se de dor intensa nas áreas atingidas, com formação de bolhas e eritema em tórax anterior e ambos os membros superiores.
De acordo com a regra dos nove, criada por Alexander Wallace, a estimativa da área corporal queimada desse paciente é de
9%.
18%.
27%.
36%.
45%.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
Homem de 35 anos é vítima de ferimento por arma branca em hemitórax esquerdo. Ao chegar ao pronto-socorro apresenta dispneia, dor torácica e taquicardia.
Ao exame físico observa-se murmúrio vesicular abolido no hemitórax esquerdo e macicez à percussão. Radiografia de tórax evidencia grande opacidade homogênea ocupando o hemitórax esquerdo.
Qual a conduta inicial mais adequada?
Toracotomia imediata
Drenagem torácica em selo d'água
Tomografia computadorizada de tórax
Punção pericárdica
Intubação orotraqueal imediata
Homem, 45 anos, vítima de trauma torácico contuso, foi submetido à drenagem torácica em selo d’água por pneumotórax à direita. Após o procedimento, encontra-se hemodinamicamente estável, eupneico, com boa expansão pulmonar ao RX. Observa-se borbulhamento contínuo no selo d’água, mesmo durante apneia voluntária, e drenagem sero-hemática mínima. Quais são, respectivamente, a interpretação correta e a conduta mais adequada?
Borbulhamento indica funcionamento adequado – manter drenagem sem intervenções.
Fístula broncopleural – manter dreno em aspiração contínua.
Vazamento aéreo no sistema – revisar conexões antes de qualquer conduta adicional.
Pneumotórax residual – reposicionar imediatamente o dreno.
Fístula broncopleural – indicação de retirada precoce do dreno.
Um paciente vítima de traumatismo cranioencefálico grave evolui com hipertensão intracraniana refratária às medidas clínicas otimizadas de primeira e segunda linhas. A equipe de neurocirurgia indica a realização de uma craniectomia descompressiva. Considerando as indicações e os aspectos técnicos desse procedimento, é CORRETO afirmar que:
Consiste na remoção cirúrgica do retalho ósseo com preservação da dura-máter intacta, configurando a primeira linha no manejo da hipertensão craniana aguda.
Trata-se de um método cirúrgico destinado à redução imediata da pressão intracraniana, realizado por meio de craniotomia associada à ampliação da dura-máter.
Apresenta indicação restrita aos casos de hematoma subdural agudo volumoso, exigindo o descarte definitivo do retalho ósseo sem possibilidade de reconstrução.
Substitui o tratamento farmacológico da hipertensão intracraniana quando instituída de forma precoce, prevenindo a progressão do edema citotóxico secundário.
Constitui uma intervenção de exceção, devendo ser postergada até que se observem os primeiros sinais clínicos de herniação transtentorial irreversível.
Paciente de 28 anos, grande queimado com 45% de Superfície Corporal Queimada (SCQ) por chama direta, apresentava no terceiro dia de internação em centro de tratamento de queimados sinais de aprofundamento de queimadura inicialmente classificada como segundo grau superficial em dorso e membros superiores. Ao exame, identificou-se áreas com perda total da derme, coloração esbranquiçada ou acastanhada, aspecto seco e coriáceo, ausência de dor à digitopressão e ausência de retorno capilar. A classificação dessa queimadura que exige excisão cirúrgica e enxertia cutânea é queimadura de:
Primeiro grau epidérmica.
Segundo grau superficial.
Segundo grau profunda.
Terceiro grau.
Segundo grau intermediária.
A classificação da Associação Americana para a Cirurgia do Trauma (AAST) para lesão renal é essencial para a decisão terapêutica. Sobre a distinção entre os graus de trauma renal, assinale a alternativa correta.
O Grau 4 é definido pela avulsão do hilo renal (artéria e veia principais) ou um rim completamente fragmentado (shattered kidney).
O Grau 4 é definido por uma laceração do parênquima renal que se estende ao sistema coletor urinário (causando extravasamento de urina) ou uma lesão (trombose/laceração) de artéria ou veia renal segmentar com hematoma contido.
O Grau 5 refere-se a qualquer laceração que atinja o sistema coletor, enquanto o Grau 4 é restrito a hematomas perirrenais que não ultrapassam a fáscia de Gerota.
A trombose da artéria renal principal é classificada como Grau 4, enquanto a avulsão da junção ureteropélvica (JUP) é classificada como Grau 3.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A avaliação do abdome agudo traumático penetrante difere com base na estabilidade hemodinâmica e no mecanismo (arma de fogo vs. arma branca). Analise as afirmativas sobre a conduta nestes pacientes:
I.Pacientes com Ferimento Abdominal por Arma de Fogo (FAF) e instabilidade hemodinâmica ou peritonite devem ser submetidos à laparotomia exploradora imediata.
II.Ferimentos por Arma Branca (FAB) no dorso ou flanco, em pacientes estáveis, devem preferencialmente ser avaliados por Tomografia Computadorizada (TC) com contraste triplo (oral, IV e retal) para avaliar lesão retroperitoneal.
III.A Lavagem Peritoneal Diagnóstica (LPD) é o método preferido para avaliar pacientes estáveis com trauma abdominal contuso, superando a ultrassonografia (FAST).
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS:
I e II.
I.
I, II e III.
III.
Paciente de 62 anos chega ao pronto-socorro 2 horas após início súbito de hemiparesia direita e afasia. A pontuação na escala NIH Stroke Scale (NIHSS) é 15. A tomografia de crânio sem contraste não evidencia hemorragia. Segundo as recomendações vigentes para o tratamento do AVC isquêmico agudo, é indicado:
Administrar ácido acetilsalicílico imediatamente e reavaliar em 24 horas.
Indicar trombólise intravenosa e realizar estudo vascular para avaliar possível oclusão de grande vaso, sem atrasar o tratamento inicial.
Aguardar 24 horas para repetição da tomografia antes de qualquer intervenção.
Indicar craniectomia descompressiva imediata.
Suspender qualquer terapia de reperfusão até que exames laboratoriais completos estejam disponíveis.
Paciente de 41 anos, previamente hígido, chega ao pronto-atendimento com lesão contusa de alta energia em região torácica lateral direita, após esporte de contato, referindo dor ventilatório-dependente, com o cirurgião de plantão sendo demandado para definir condução, frente a potencial evento agudo que exige decisão rápida; considerando princípios técnico-assistenciais de abordagem inicial de urgência/emergência em trauma de alta energia. Assinale a alternativa que melhor representa conduta ou conceito tecnicamente adequado para o cenário.
Em trauma de alta energia, mesmo com sinais vitais normais, a possibilidade de lesão interna relevante exige manter suspeição diagnóstica elevada e decisão de imagem ou intervenção baseada em cinemática e semiologia.
Em urgência traumática, exames complementares podem ser diferidos até analgesia plena, sendo que a ausência de insuficiência respiratória franca descarta lesões com repercussão intratorácica.
No atendimento inicial de trauma, o exame físico isolado é suficiente para descartar automaticamente coleções internas, quando os sinais vitais estão dentro da normalidade.
Na abordagem inicial de trauma de alta energia, a avaliação sequencial não deve considerar escalonamento de imagem, pois métodos avançados geram aumento sistemático de iatrogenias.
Um paciente de 32 anos é trazido ao pronto-socorro, após sofrer um acidente de motocicleta, apresentando trauma contuso abdominal e fraturas nas pernas. Ao chegar ao hospital, está pálido, com frequência cardíaca de 130 bpm, pressão arterial de 85/55 mmHg e respiração rápida e superficial. O paciente está confuso e apresenta sinais de hipovolemia, com extremidades frias e úmidas.
O exame físico revela dor à palpação abdominal e fraturas expostas nas pernas. O diagnóstico é de choque hemorrágico devido à perda de volume sanguíneo.
Sobre o choque hemorrágico, é correto afirmar que
no choque classe II, há aumento da frequência cardíaca, sem queda nas pressões de pulso e arterial.
a acidose metabólica grave dos estados de choque hemorrágico é tratada com reposição de fluidos, sangue e bicarbonato de sódio.
o débito urinário é um indicador menos sensível de resposta à reposição volêmica do que a frequência cardíaca e a pressão arterial sistêmica.
no choque grau III há necessidade de hemotransfusão, que é prioritária em relação ao controle da hemorragia.
a administração precoce de hemoderivados em uma proporção baixa de concentrado de glóbulos vermelhos para plasma e plaquetas pode prevenir o desenvolvimento de coagulopatia.
A técnica de BRISTOW (cirurgia) luxação recidivante de ombro é utilizada para qual tipo de lesão?
Reparação de ligamento radio ulnar distal.
Luxação recidivante de ombro.
Impacto acetabular.
Pseudoartrose do escafóide.
Necrose do Talus.


Seu próximo nível começa aqui

Seu próximo nível começa aqui
Destrave a preparação completa para sua aprovação. Com a Assinatura Ilimitada, você estuda com os melhores professores do Brasil e todos os recursos Gran.
O uso de enxertos ósseos para restaurar a integridade de zonas anatômicas pode ser necessário primariamente. Que região, dentre as abaixo, não é usualmente indicada para enxertia no tratamento primário do trauma?
Nariz
Mandíbula
Paredes orbitárias
Região frontal
Em relação à tendinite calcárea, assinale a alternativa correta.
O tendão mais acometido é o do músculo redondo maior.
A fase de maior dor é a terceira fase.
Na fase de pré-calcificação, os pacientes normalmente relatam dor intensa para a realização das atividades da vida diária.
O tratamento cirúrgico dessa lesão, embora raro, deve incluir a acromioplastia.
Mulheres entre 30 e 60 anos de idade são mais frequentemente afetadas.
Durante o balanceamento de partes moles na artroplastia total do joelho, além da ressecção de osteófitos, são realizadas liberações de estruturas ligamentares e tendíneas de modo a corrigir a contratura de partes moles.
A liberação de qual das seguintes estruturas está envolvida no gap de flexão?
Cápsula posteromedial.
Cápsula posterolateral.
Ligamento oblíquo posterior.
Tendão poplíteo.
Tendão do semimembranoso.
Considerando uma fratura da diáfise do úmero instável ocorrida abaixo do componente umeral de uma artroplastia total do úmero, cujo componente não apresenta sinais de soltura, assinale a alternativa que apresenta o tratamento correto para essa lesão.
Troca da haste por uma longa o suficiente para estabilização da lesão e cerclagem da fratura.
Uso de parafusos canulados e cerclagem com fios de 2,0 mm.
Uso de placa de grandes fragmentos com, pelo menos, 03 parafusos proximais e 03 distais.
Uso de placa de grandes fragmentos e cerclagem com fios de 2,0 mm.
Cerclagem com fios de 1,6 mm.
A técnica descrita por LaPrade para reconstrução do canto posterolateral utiliza qual enxerto?
Tendão quadricipital e tendões flexores alógenos.
Tendão quadricipital e tendões flexores autólogos.
Tendões flexores autólogos.
Tendão patelar e tendões flexores autólogos.
Aquiles e tibial posterior alógenos.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.