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Um paciente vítima de traumatismo cranioencefálico grave evolui com hipertensão intracraniana refratária às medidas clínicas otimizadas de primeira e segunda linhas. A equipe de neurocirurgia indica a realização de uma craniectomia descompressiva. Considerando as indicações e os aspectos técnicos desse procedimento, é CORRETO afirmar que:
Consiste na remoção cirúrgica do retalho ósseo com preservação da dura-máter intacta, configurando a primeira linha no manejo da hipertensão craniana aguda.
Trata-se de um método cirúrgico destinado à redução imediata da pressão intracraniana, realizado por meio de craniotomia associada à ampliação da dura-máter.
Apresenta indicação restrita aos casos de hematoma subdural agudo volumoso, exigindo o descarte definitivo do retalho ósseo sem possibilidade de reconstrução.
Substitui o tratamento farmacológico da hipertensão intracraniana quando instituída de forma precoce, prevenindo a progressão do edema citotóxico secundário.
Constitui uma intervenção de exceção, devendo ser postergada até que se observem os primeiros sinais clínicos de herniação transtentorial irreversível.