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Para responder às questões de números 36 a 38, leia o quadro clínico.
Paciente de 85 anos, portadora de uma demência há 7 anos, de início insidioso e piora progressiva. Há 2 anos, após um acidente vascular encefálico, apresentou uma piora mais aguda. A avaliação funcional pela escala para atividades básicas de Katz mostra que ela consegue manter a continência urinária e fecal e alimentar-se sozinha (2 pontos). Pela avaliação funcional para as atividades instrumentais de Lawton, ela pontua 9 pontos (utiliza telefone, transporte, faz compras, prepara suas refeições, arruma sua casa, realiza trabalhos manuais, passa sua roupa, toma seus remédios e administra seus compromissos financeiros).
Traz um ecocardiograma e um Holter realizados recentemente:
Holter 24 horas: ritmo sinusal, distúrbio persistente da condução intraventricular, extrassístoles supraventriculares frequentes, episódios de taquicardia supraventricular não sustentada e sustentada.
Ecocardiograma: insuficiência mitral e tricúspide discretas, alteração do relaxamento do VE (disfunção diastólica grau I), fração de ejeção do ventrículo esquerdo, preservada.
Medicação em uso: metoprolol 25 mg 1/2cp 12/12h, propafenona 150 mg 12/12h, rivaroxabana 15 mg à noite.
Em relação à prescrição de rivaroxabana 15 mg, uma vez ao dia, assinale a alternativa correta.
É a dose adequada para pacientes com a idade e condição funcional da paciente em questão.
No caso da paciente, para prevenção de novo acidente vascular encefálico, a dose seria de 20 mg, uma vez ao dia.
A paciente não tem indicação para esse medicamento, visto que ela não tem fibrilação atrial.
Essa dose está indicada a pacientes com depuração de creatinina inferior a 40 mL/min.
Para pacientes com taquicardia supraventricular paroxística, a dose é de 15 mg, 2 vezes ao dia.