

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Homem de 62 anos, com queixa de dispneia progressiva há 6 meses, com piora significativa nas últimas semanas, deu entrada no serviço de emergência com estridor e saturação de O₂ = 96%. Negava história prévia de intubação orotraqueal. Foi submetido a broncoscopia, com achado de lesão bocelada em 1/3 médio da traqueia a 6 cm das pregas vocais, sendo a lesão intransponível ao aparelho. A tomografia mostrou uma lesão localizada no 1/3 médio da traqueia, com cerca de 5 cm de extensão. A biópsia mostrou tratar-se de um carcinoma adenocístico.
Assinale a alternativa correta quanto à melhor conduta em relação a esse paciente.
Iniciar tratamento com radioterapia, pois a extensão do tumor não permite ressecção.
Nessa neoplasia, a extensão tumoral pela submucosa raramente propicia ressecção R0, e o prognóstico de sobrevida é muito curto, apesar de haver razoável resposta a quimioterapia, porém com altas taxas de recorrência.
Nessa neoplasia de extrema agressividade, o cirurgião deve ressecar a lesão por completo mesmo que a anastomose seja de risco.
Ressecção cirúrgica com anastomose; se as margens forem positivas, a complementação terapêutica se faz com radioterapia, e o prognóstico é favorável.
Pela extensão do tumor, a melhor conduta seria a ressecção endoscópica seguida de quimioterapia.