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Um paciente de 58 anos, obeso grau II e DM2, relata azia intensa e regurgitação de conteúdo ácido há mais de 2 anos. Mesmo após aderir a medidas comportamentais e uso correto de IBP em dose dobrada, permanece sintomático. A endoscopia evidenciou esofagite erosiva moderada (grau B de Los Angeles) e ausência de complicações graves. Qual a conduta mais apropriada segundo as diretrizes?
Suspender o IBP e iniciar procinético isoladamente.
Manter IBP, avaliar aderência, e considerar cirurgia antir-refluxo após avaliação especializada.
Trocar IBP por anti-H2 em uso contínuo.
Aumentar a dose do IBP para o triplo do habitual.
Retirar todas as medicações e apostar exclusivamente em dieta.