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O esôfago de Barrett, embora de baixa prevalência em crianças e adolescentes, tem grande importância pela possibilidade de evolução para neoplasia na fase adulta. Com relação ao seu tratamento, assinale a alternativa correta.
A pH-metria esofágica de 24 horas é obrigatória para a identificação do esôfago de Barret.
A ressecção endoscópica com mucosectomia em casos selecionados pode erradicar o tecido displásico, com ótimo prognóstico.
A reepitelização esofágica, cobrindo superficialmente o epitélio metaplásico, é frequente após o uso prolongado de inibidores de bomba de prótons e previne o surgimento de neoplasia.
A fundoplicatura com válvula antirrefluxo é o tratamento de escolha e evita, de forma definitiva, o surgimento de neoplasia no epitélio metaplásico.
A dieta modificada e as orientações sobre o estilo de vida são suficientes para reverter o esôfago de Barrett em crianças sem necessidade de intervenção médica ou acompanhamento.