Uma lactente de 8 meses, pesando 10 kg, com história de...
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Uma lactente de 8 meses, pesando 10 kg, com história de...

Uma lactente de 8 meses, pesando 10 kg, com história de cansaço, vômitos pós-alimentares e febre baixa até 37,5 ºC é internada na Unidade de Terapia Intensiva com uma hipótese diagnóstica de choque séptico após ter recebido expansões volêmicas de 40 mL/kg de cristaloide em 1 hora e antibioticoterapia no pronto-socorro. Ao exame físico, observam-se via aérea pérvia, expansibilidade pulmonar bilateral simétrica, uso de musculatura acessória, crepitações pulmonares bilaterais nas bases, saturação de 92% em máscara não reinalante com fluxo de 15 litros de oxigênio por minuto, frequência respiratória de 65, tempo de enchimento capilar de 5 segundos, extremidades frias, frequência cardíaca de 175 e pressão arterial de 75x55, hepatometria com fígado a 4 cm do rebordo costal direito e doloroso à palpação, Glasgow de 14, pele pálida, sem manchas e com temperatura de 37,2 ºC.


Assinale a alternativa que apresenta a classificação do tipo de choque e conduta a ser adotada.


A

Choque cardiogênico compensado, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe c; deve-se introduzir droga inotrópica e vasodilatadora como, por exemplo, milrinona ou dobutamina.


B

Choque séptico hipodinâmico hipotensivo; deve-se introduzir droga vasopressora como, por exemplo, noraepinefrina.


C

Choque séptico hiperdinâmico compensado; deve-se introduzir droga inotrópica e vasodilatadora como, por exemplo, epinefrina.


D

Choque cardiogênico compensado, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe b; deve-se introduzir diurético de alça.


E

Choque cardiogênico hipotensivo, classificação de insuficiência cardíaca congestiva classe d; deve-se introduzir dobutamina associada a epinefrina em dose baixa.