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Rafaela, sexo feminino, 17 anos de idade, veio acompanhada da namorada Carla para uma consulta em uma unidade de pronto atendimento. Rafaela encontra-se febril, com temperatura axilar de 38,9 ºC, refere dor na garganta, mal-estar e fadiga iniciados há 4 dias. Observam-se linfonodos em região cervical anterior e posterior palpáveis e um pouco dolorosos, além de hiperemia de orofaringe, com presença de exsudato branco-acinzentado. Carla relata que deu um comprimido de amoxicilina que tinha em casa para ela hoje e medicação para febre ontem. Ausculta cardíaca e pulmonar sem alterações. O baço é palpável 2 cm abaixo da margem costal esquerda, e o fígado não é palpável. Exames laboratoriais: 15.000 leucócitos/mm3 (2% bastões, 25% neutrófilos, 50% linfócitos, sendo 18% com características atípicas e 5% monócitos); hemoglobina: 13 g/dL; hematócrito: 42%; volume corpuscular médio: 84 µm3 ; contagem de plaquetas: 300.000/mm3 ; alanina aminotransferase: 100 U/L (intervalo de referência: 7-56U/L); aspartato aminotransferase: 80 U/L (intervalo de referência: 10-40U/L); bilirrubina total: 1,5mg/dL.
Diante da suspeita clínica, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta dentre as apresentadas a seguir
Solicitar teste para Neisseria gonorrhoeae para confirmar suspeita diagnóstica.
Manter a amoxicilina por 10 dias e indicar uso de anti-inflamatórios para alívio da dor.
Orientar que os sintomas podem cessar espontaneamente e prescrever apenas sintomáticos.
Prescrever penicilina G benzatina 1.200.000 UI em dose única para prevenção de febre reumática.
Ampliar a investigação laboratorial da função hepática e encaminhamento para avaliação da função medular óssea.