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Uma paciente de 8 anos apresenta comportamento retraído e nervosismo persistente em diversas situações cotidianas. Os sintomas tiveram início há aproximadamente sete meses, coincidindo com a mudança para uma nova escola. Desde então, observa-se que a criança evita participar de atividades em grupo e demonstra desconforto significativo ao frequentar o ambiente escolar. Durante a consulta, a paciente relatou sentir intensa ansiedade ao imaginar situações em que precise interagir com outras crianças ou ser observada, descrevendo episódios de palpitações e aceleração do coração. Ela expressa um medo persistente de ser avaliada negativamente pelos colegas, o que ocasiona prejuízo no seu desempenho escolar e nas interações sociais. Não há relato de alterações marcantes de humor ou pensamentos delirantes.
Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é transtorno:
depressivo maior;
bipolar do humor;
do espectro autista;
de ansiedade social;
de apego reativo.