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Paciente com 29 dias de vida foi encaminhada para matrícula com diagnóstico de atresia tricúspide tipo IC confirmado pelo ecocardiograma. A criança apresentava-se com frequência cardíaca de 142 batimentos por minuto, pouco taquidispneica, saturação periférica de oxigênio em ar ambiente de 95%, bulhas rítmicas em dois tempos e normofonéticas com sopro sistólico em regurgitação em área tricúspide, com discreta hepatomegalia. Fazia uso de furosemida 1 mg/kg/dia que foi aumentada para 2 mg/kg/dia.
Fez radiografia de tórax e eletrocardiograma apresentados a seguir:

(Arquivo pessoal; imagens usada com autorização)
Após dois meses, a criança é trazida pela mãe, que refere cianose em repouso com dificuldade de aceitar as mamadas e presença de vômitos há um dia. Ao exame físico verificou-se que a criança encontrava-se desidratada, com taquidispneia e saturação periférica de oxigênio em ar ambiente de 53%.
Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta com relação a hipótese diagnóstica.
O ecocardiografista fez o diagnóstico errado: era uma atresia tricúspide IIB.
Crise hipóxica em tetralogia de Fallot.
A comunicação interventricular diminuiu e ficou restritiva.
A comunicação interventricular aumentou, mas a valva pulmonar se espessou e tornou-se estenótica devido ao fluxo pela comunicação interventricular.
A criança desenvolveu uma alcalose hipoclorêmica pelo uso da furosemida.