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O escore de Phoenix é uma ferramenta utilizada para avaliar a gravidade do choque séptico em pacientes pediátricos.
Assinale a alternativa que descreve corretamente um valor avaliado por esse escore e sua possível implicação clínica.
O escore de Phoenix avalia apenas parâmetros hemodinâmicos, como pressão arterial média, excluindo fatores como função renal e perfusão tecidual, o que limita sua aplicabilidade clínica em ambientes de terapia intensiva pediátrica.
Um aumento do escore de Phoenix está associado a uma menor probabilidade de mortalidade, sugerindo que a intervenção precoce e eficaz é menos crítica em estágios iniciais do choque séptico.
Níveis elevados de lactato sérico, que podem indicar hipoperfusão tecidual, são considerados no escore de Phoenix, sendo um marcador relevante para a estratificação de risco das crianças com choque séptico.
O escore de Phoenix utiliza exclusivamente marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa (PCR), para calcular a gravidade, ignorando variáveis clínicas, como a frequência respiratória ou o tempo de enchimento capilar.
A principal limitação do escore de Phoenix é a sua incapacidade de prever complicações secundárias ao choque séptico, como insuficiência multiorgânica, reduzindo sua utilidade na tomada de decisões clínicas.