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Com relação ao suporte nutricional em crianças criticamente enfermas, assinale a alternativa correta.
Nos primeiros dias de terapia intensiva pediátrica, o suporte nutricional deve ser preferencialmente parenteral, em especial nas crianças em estado grave com algum grau de instabilidade hemodinâmica e submetidas a procedimentos cirúrgicos, para evitar complicações graves, como vômitos e broncoaspiração.
A oferta calórica inicial deve ser alta para evitar catabolismo excessivo, mesmo sem a realização de calorimetria direta para estimativa precisa das necessidades metabólicas.
A nutrição enteral deve ser iniciada o mais precocemente possível, considerando a tolerância gastrointestinal e uma estabilidade clínica razoável.
A suplementação de micronutrientes, como zinco e selênio, não influencia na resposta inflamatória em crianças clinicamente enfermas.
O uso de fórmulas hipercalóricas e hiperproteicas é recomendado a todos os pacientes pediátricos gravemente enfermos, independentemente do diagnóstico específico, pois com frequência levam-se alguns dias para se atingir a oferta de volume adequada de dieta, e o uso dessas fórmulas permite alcançar o aporte calórico e proteico mais rapidamente.