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Recém-nascido a termo apresenta aumento progressivo do perímetro cefálico, diástase de suturas e fontanela anterior ampla, associados a atraso de sucção e sinais de hipotonia. A ultrassonografia transfontanelar mostra ventriculomegalia importante, sem sinais evidentes de obstrução.
Considerando a fisiopatologia, o diagnóstico diferencial e a conduta frente à hidrocefalia congênita, qual deve ser a abordagem diagnóstica mais adequada nesse momento?
Prescrever acetazolamida para reduzir a pressão intracraniana e reavaliar em 15 dias com nova imagem.
Solicitar sorologia para toxoplasmose, citomegalovírus e rubéola, pois infecções congênitas são a principal causa de hidrocefalia.
Investigar causas genéticas e sindrômicas com base no padrão clínico e de imagem, dado que se trata de uma forma comunicante, idiopática e progressiva.
Iniciar imediatamente protocolo para ventriculostomia endoscópica do 3o ventrículo, pois é a melhor abordagem terapêutica em todos os casos de hidrocefalia.
Realizar tomografia de crânio de urgência e, na ausência de alterações agudas, liberar o paciente com seguimento ambulatorial.