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Homem com persistência de CEC transglótico T3N2cM0 após quimiorradioterapia com intuito curativo. Em programação de laringectomia total e esvaziamento cervical dos níveis I a VI bilaterais. Frente ao risco de evolução com fístula faringo-cutânea, qual é a conduta correta?
Confecção da neo-faringe com grampeador linear.
Realização de faringostomia distal e esofagostomia proximal com reconstrução do trato em um segundo tempo operatório.
Interposição de retalho miocutâneo de peitoral maior sobre sutura da neofaringe.
Interposição de retalho fasciocutâneo supraclavicular sobre sutura da neofaringe.
As condutas acima não se justificam uma vez que o risco de fístulas e deiscências não é relevante na condição apresentada.