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A Teoria do Apego, de John Bowlby, defende a importância de haver um cuidador sensível às demandas do bebê e da criança para o desenvolvimento emocional e social destes ao longo de seus primeiros anos de vida, estabelecendo, assim, uma base sólida para novas descobertas e novos vínculos. Os quatro padrões de apego mais comumente descritos em estudos com bebês são:
seguro, ambivalente, evitativo e desorganizado.
habitual, neurótico, psicótico e ambivalente.
inseguro, hipoativo, exacerbado e ausente.
adequado, diminuído, aumentado e inespecífico.
ativo, reativo, inseguro e emotivo.