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Leia o texto a seguir.


O Boletim Epidemiológico, de outubro de 2023, do Ministério da Saúde, apresenta que no Brasil “...em 2021 e 2022, as taxas de detecção de sífilis adquirida atingiram patamares superiores ao período pré-pandemia, com aumento de 23% entre 2021 e 2022, passando de 80,7 para 99,2 casos por 100.000 habitantes.”.


Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2023/boletim-epidemiologico-de-sifilis-numero-especial-out.2023>. Acesso em: 09 mar. 2024. [Adaptado].


Por ser uma doença infecciosa, tratável, que pode acometer o sistema nervoso central com sinais e sintomas variados em qualquer fase da doença, trazendo risco de sequelas graves ou óbito, o diagnóstico precoce é fundamental. O Ministério da Saúde preconiza que, para o diagnóstico da sífilis, sejam utilizados dois exames, sendo um dos testes treponêmicos, e o outro, um dos testes não treponêmicos, que podem ser, respectivamente:


A

VDRL e FTA-Abs.


B

ELISA e VDRL.


C

TRUST e RPR.


D

FTA-Abs e TPHA.