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A cardiomiopatia isquêmica (CMI) é a forma mais comum de cardiomiopatia secundária em idosos, caracterizada por disfunção miocárdica de origem isquêmica. Considerando a fisiopatologia e as manifestações clínicas dessa condição, é correto afirmar que:
pacientes idosos com CMI apresentam menor grau de disfunção diastólica em comparação a adultos jovens, sendo a disfunção sistólica o principal comprometimento observado nessa população
o desenvolvimento da CMI está primariamente relacionado a infecções virais que desencadeiam um processo inflamatório miocárdico, promovendo substituição do miocárdio por tecido adiposo
a CMI resulta de um processo isquêmico degenerativo crônico, levando à substituição das miofibrilas por tecido fibroso, com disfunção ventricular, frequentemente sem sintomas de angina
a fibrose observada na CMI não tem correlação com a fração de ejeção ventricular, sendo um achado incidental sem impacto na funcionalidade cardíaca