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A síndrome de imobilidade é caracterizada por um declínio funcional progressivo que afeta múltiplos sistemas orgânicos, resultando em complicações severas e aumentando a taxa de mortalidade em idosos. Tendo em vista os principais mecanismos fisiopatológicos envolvidos nessa condição, é correto afirmar que a:
imobilidade prolongada gera disfunção da microcirculação e redução da síntese proteica muscular, mas não interfere na regulação autonômica cardiovascular, permitindo que a resposta barorreflexa e a vasoconstrição compensatória sejam preservadas, prevenindo a hipotensão postural
hipoperfusão venosa, devido à ausência de contrações musculares eficazes, e o estado de hipercoagulabilidade e microlesões endoteliais favorecem o desenvolvimento de trombose venosa profunda e embolia pulmonar, uma das principais causas de morte nesses pacientes
atrofia muscular associada à imobilização não compromete a resposta endócrina e metabólica, preservando a homeostase do cálcio e a sensibilidade insulínica, o que impede a ocorrência de osteoporose e resistência insulínica nesses pacientes
imobilização prolongada melhora a função pulmonar ao favorecer a expansão alveolar e otimizar a relação ventilação/perfusão (V/Q), reduzindo o risco de pneumonias aspirativas e hipóxia tecidual