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Em um hospital terciário, um médico avalia um paciente que sofreu um trauma cranioencefálico. O paciente está consciente, porém confuso, com uma pontuação de 12 na Escala de Coma de Glasgow e apresenta uma ferida contusa no couro cabeludo. Não há sinais evidentes de fraturas no crânio à inspeção, mas o paciente queixa-se de cefaleia intensa. Na avaliação diagnóstica inicial deste caso, indique qual das seguintes modalidades é a mais indicada para uma avaliação detalhada:
Tomografia computadorizada de crânio sem contraste, devido à sua rapidez e alta sensibilidade para detectar hemorragias intracranianas.
Ressonância magnética do crânio, pois oferece a melhor resolução de imagem para tecidos moles cerebrais e detecção de lesões axonais difusas.
Radiografia de crânio, suficiente para descartar fraturas e economizar recursos em um cenário de emergência.
Ultrassonografia transcraniana, para uma avaliação rápida e segura de hematomas e edema cerebral.